04/06/2010

O Personare diz que é “tempo de amar”. É, realmente, eu preciso amar, all you need is love, mas eu tô com um semi-bloqueio e meio que me apaixonando por umas várias pessoas em curto espaço de tempo, tendo ataques solitários de ciúmes, enfim, tento me convencer que não tenho problemas mentais.
Hoje fiz a minha irmã ler o horóscopo de quarta-feira (que foi o último jornal que eu comprei) para mim. Reformularam o jornal, tipo mudaram a arrumação das páginas e as fontes… e chamaram uma nova mulher do horóscopo.

Com exceção da mudança em relação a mulher do horóscopo, eu preferia do jeito antigo. As letras antigas, a arrumação antiga. Gostava muito.

A mulher nova do horóscopo é bem eficiente: todos os conselhos que ela dá servem para todas as pessoas do mundo e se adequam a todos os problemas do mundo e ela sempre coloca em negrito alguma coisa como “é hora de mudar”, “hora de dar tempo ao tempo”… algo com a pretensão de ser impactante. E eu gosto. Algumas vezes ela coloca anedotas sem sentido no rodapé. Mesmo que eu não acredite nisso, eu ainda gosto disso.

Amanhã é meu aniversário (tipo daqui a sete horas e sete minutos) e eu tem alguma coisa me incomodando e eu não sei o que é. Eu também estou resfriada e tenho medo de estourar meu tímpano assoando o nariz, como o meu amigo.

Tudo na minha vida parece que está no lugar errado e, sei lá. Tô com uma sensação estranha de não saber como consertar.

Ainda tenho café.

Acho que vou gastar uma grana num headphone enorme.

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