20/09/2009

Bienal do Livro

“Não existe mais hoje em dia aquela coisa do pau duro que paga a conta. Existe a coisa do pau mole que racha. E as pessoas se apaixonam pelo pau mole.”

“Aqui só há muléris! Ninguém aqui é hermafrodita, então, não precisa fazer xixi de pé…” (a moça que limpava os banheiros — corretíssima)

“Adoro o jeito com que você passou rápido por mim e, quando ofereci a revista de cortesia, você virou e disse toda firme: EU ACEITO!”

“CARACA! Meu, olha isso, Raquel! Escoteiros! Escoteiros de verdade! Deitados na grama! Se beijaaaando!”

“Então você é uma leitora de Ivana?”

“Faz assim, a gente vê o Zé Mayer…”

“Olha aquela menininha! Ela tá vestida de mulher maravilha! Tem até os braceletes! — Oi, onde você conseguiu isso aqui? — Anhmmm, não lembro. Mãe, onde eu consegui isso aqui?”

P.S.: Não faço IDÉIA de quem seja Thalita Rebouças.
P.S²: O ponto G da Bienal era o stand da Saraiva.

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